terça-feira, 30 de setembro de 2008

Produção Livre

Não imaginava que a atividade 2163 Produção Livre I: a diversidade de linguagens na produção do conhecimento com o professor Ney Wendell fosse tão dinâmica e interessante o quanto foi.Em um único dia (sábado),adquirimos tanto conhecimento de maneira agradável sem demonstramos cansaço, muito menos mau humor. Acredito que como eu, todo o grupo ficou com água na boca querendo mais.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Comunidades Virtuais

As comunidades virtuais tem crescido surpreendentemente sem limitar fronteiras, nem espaços ,aproximando e estabelecendo relações entre os usuários nos diversos contextos sociais.Com a globalização aumentou a necessidade do uso expansivo dos computadores com seus programas cada dia mais sofisticados, fazendo com que diminua as possibilidades sócio afetivas entre as pessoas.Com todo desenvolvimento do mundo virtual também tem crescido as preocupações com o mau uso dos programas que vem acontecendo de maneira assustadoura.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Reseha do filme:Quanto vale ou é por quilo?

QUANTO VALE OU É POR QUILO?
“ A DESVALORIZAÇÃO DAS BAIXAS CLASSES SOCIAIS”
Quanto vale ou é por quilo? Direção : Sérgio Bianchi. Roteiro: Sérgio Bianchi, Eduardo Benaim e Niwton Cannito. Rio de Janeiro: Europa Filmes, 2005.
Sergio Luís Bianchi é filho de Rauly Bianchi e irmão de Raul Bianchi, todos fotógrafos. Sergio estudou cinema em Curitiba e em São Paulo, onde se formou na Escola de Comunicações e Artes da USP. Em 1972 estreou seu primeiro filme longa metragem comercial: Maldita Coincidência no ano de 1979. Bianchi tornou-se célebre como um cineasta de crítica mordaz a burocracia, à burrice institucional, às mazelas da sociedade brasileira, em 1982 com o filme: Mato Eles? Ganhador do prêmio de melhor direção no Festival de Gramado e do Grande Prêmio do Festival de Cinema da Cidade do México ,em 1985. Em 1999, foi lançado o seu filme mais conhecido, Cronicamente Inviável, em 1994 A Causa Secreta, em 1988 Romance. Finalmente, em 2004, dirigiu Quanto vale ou é por quilo?
Esse filme retrata a dura realidade que o país enfrenta ao longo dos anos, mudando apenas as personagens e os cenários. Trazendo de maneira visível e reflexiva algumas questões sociais gritantes como: a desvalorização do ser humano, o abuso de poder, o mau uso do dinheiro público. Organizadores de ONGs que implantam projetos para beneficiar as camadas sociais mais baixas, quando na verdade esses projetos só beneficiam aos próprios organizadores deixando de lado os menos favorecidos, fortalecendo apenas mais uma indústria de caridade, na disputa por migalhas e mostrando de forma clara a escravidão que ainda existe no Brasil.
O filme: Quanto vale ou é por quilo? constrói uma aproximação do expectador com o passado e o presente num contraste de imagens, cores, luzes e sonorização que facilita a compreensão da mensagem que o autor quer transmitir.
Os atores foram formidáveis em cada representação e questionamentos, incorporando as personagens de forma convincente da real situação desse país. O Brasil precisa de pessoas com a mesma coragem de Sergio Bianchi para mostrar as mazelas que vivem o povo brasileiro.
Penso que é preciso assistir mais filmes como esse para dar-me conta do uso e abuso dessa nova indústria que gerencia a miséria e os miseráveis do Brasil . O documentário expõe de forma objetiva a atual situação do país e é diante dessa objetividade que fico a questionar-me: Como é duro admitir que faço parte dessa demanda social e cultural, onde a corrupção e interesses pessoais correm soltos! Também fico a questionar-me: é mais cômodo fechar os olhos para tudo isso ou enfrentar os que estão com o poder ou gerenciando-o?
Tive uma vivência fílmica, principalmente nas cenas que retratam o descaso social quando faz um paralelo com a antiga escravidão e foi percebível o quanto ainda existem oprimidos e opressores de forma camuflada, mas existente. O que fez com eu lembrasse da época que era contratada na Rede Municipal de Educação de Irecê, onde muitas vezes eu tive que calar a boca diante de algumas situações para não perder o emprego.
Não é fácil propor o filme Quanto vale ou é por quilo?, para crianças de primeiro e segundo ciclos por ele abordar questões nas quais as crianças ainda não têm maturidade suficiente para compreender. Contudo, acredito que indiretamente retratando o conteúdo com uma linguagem mais simples trazendo o assunto como a questão das ONGs, a miséria e a pobreza, aproximando os alunos e alunas desse contexto social através de outros recursos, tais como: textos, visitas à ONGs existentes na cidade, recomendações para assistirem programas de televisão. Com cuidado e estratégias bem elaboradas, possa ser trabalhado no segundo ciclo.
ROSANE, Vieira e TOURINHO ANTONIETA,Maria. A experiência Fílmica e Formação ressignificando os referenciais teóricos epistemológicos da práxis pedagógica, 2008
GOMES,Wilson.A poética do cinema e a questão do método em analise fílmica,2008
Site:www.conciencia.br/resenhas,set,2008
Site:www2.anhembi.br,set, 2008Site:forum.darkside.com.br, set, 2008

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

consegui!!!

Agora já faço parte do blog.
Estou ficando esperta colegas.