DIARIO DE CICLO DOIS: Adquirindo conhecimentos para melhorar as reflexões
Agora vou iniciar minha escrita sobre as atividades desse Ciclo Dois, começando com o questionamento: por que ler e escrever é tão importante? Assim iniciou-se a aula da professora Giovana Zen da Atividade Alfabetização. Naquele momento fiquei pensando: “que pergunta? Ah! É porque sem ler e escrever é impossível estabelecer um elo de comunicação no universo”. Ela fez a pergunta e pediu que escrevêssemos o que achávamos, e eu escrevi isso mesmo.
Cada cursista daquele grupo apresentou o que pensava. Ótima estratégia! Ela não apresentou uma resposta pronta. No decorrer das discussões foram surgindo às ideias, as quais foram entrelaçando-se, e dando forma à resposta.
Veja que resposta! Talvez você que está lendo este diário já tenha pensado dessa forma. Mas eu, até aquele momento não tinha me atentado a esse jeito de pensar e fazer. E até posso já ter feito dessa forma, mas sem refletir. Então, depois das discussões, concluímos que é: “porque precisamos nos comunicar com o passado, o presente e o futuro. É importante para conhecermos as diversas histórias do passado, registrar o presente, pensando na melhoria do futuro”. Com esta conclusão fica reforçado o pensamento que:
O necessário é fazer da escola um âmbito onde leitura e escrita sejam praticas vivas e vitais, onde ler e escrever sejam instrumentos poderosos que permitem repensar o mundo e reorganizar o próprio pensamento, onde interpretar e produzir textos sejam direitos que é legítimo exercer e responsabilidade que é necessário assumir (LERNER, 200, p. 18).
Por tudo isso, fez-me repensar o que dizia antes para meus alunos a respeito da leitura e da escrita. Estamos vendo que o mundo estar evoluindo com rapidez, e para acompanharmos essa evolução é necessário que saibamos ler e escrever. Na maioria das Vezes queremos formar cidadãos que olhem apenas para o presente e o futuro sem reflexão do passado. Às vezes fazemos isso em nossas salas de aula, estabelecemos comparações do antes com o agora e depois, soltas, sem as devidas observações, ou seja, sem o aprofundamento necessário para uma reflexão que de fato, contribua com as mudanças.
Com toda meiguice e doçura de quem lê com o coração, a professora Givana Zen trouxe outras reflexões, através da leitura de histórias. Com as dinâmicas de leitura usadas por ela, fez a gente reconhecer que, a maneira como um/a professor/a lê, faz o/a aluno/a se interessar mais pela leitura oral, ouvir com mais atenção, entrar na história e viajar com as personagens.
Outras perguntas dentro deste mesmo contexto foram feitas por ela: — Como é que as crianças aprendem a ler e a escrever? — Por que é tão importante aprender a ler e a escrever? — Por que, apesar de tanto investimento na educação da rede municipal de Irecê, de 1997 a 2009, os meninos e as meninas não aprendem? — A leitura de imagem ensina a ler? — O que é que as crianças aprendem quando nós lemos para elas um jornal? — Como são as práticas de produção textual nas escolas? — Qual é o sentido de ensinar a ler e a escrever?
Perguntas como essas nos trouxeram grandes preocupações. Tudo isso mostra que precisamos compreender que estar alfabetizado/a é estar preparado/a para participar das diferentes praticas de leitura e de escrita, mostrando para os alunos e alunas que para participar das organizações sociais é necessário saber as formalidades da linguagem escrita.
No mundo de hoje não basta ser alfabetizado apenas na leitura e na escrita convencionais, mas, é imprescindível que sejamos alfabetizados/as digitalmente, para ajudar nossas crianças a enfrentar o mundo globalizado, conhecendo seus direitos e deveres, as vantagens e desvantagens das políticas públicas em cada esfera e em cada contexto.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Agora vou iniciar minha escrita sobre as atividades desse Ciclo Dois, começando com o questionamento: por que ler e escrever é tão importante? Assim iniciou-se a aula da professora Giovana Zen da Atividade Alfabetização. Naquele momento fiquei pensando: “que pergunta? Ah! É porque sem ler e escrever é impossível estabelecer um elo de comunicação no universo”. Ela fez a pergunta e pediu que escrevêssemos o que achávamos, e eu escrevi isso mesmo.
Cada cursista daquele grupo apresentou o que pensava. Ótima estratégia! Ela não apresentou uma resposta pronta. No decorrer das discussões foram surgindo às ideias, as quais foram entrelaçando-se, e dando forma à resposta.
Veja que resposta! Talvez você que está lendo este diário já tenha pensado dessa forma. Mas eu, até aquele momento não tinha me atentado a esse jeito de pensar e fazer. E até posso já ter feito dessa forma, mas sem refletir. Então, depois das discussões, concluímos que é: “porque precisamos nos comunicar com o passado, o presente e o futuro. É importante para conhecermos as diversas histórias do passado, registrar o presente, pensando na melhoria do futuro”. Com esta conclusão fica reforçado o pensamento que:
O necessário é fazer da escola um âmbito onde leitura e escrita sejam praticas vivas e vitais, onde ler e escrever sejam instrumentos poderosos que permitem repensar o mundo e reorganizar o próprio pensamento, onde interpretar e produzir textos sejam direitos que é legítimo exercer e responsabilidade que é necessário assumir (LERNER, 200, p. 18).
Por tudo isso, fez-me repensar o que dizia antes para meus alunos a respeito da leitura e da escrita. Estamos vendo que o mundo estar evoluindo com rapidez, e para acompanharmos essa evolução é necessário que saibamos ler e escrever. Na maioria das Vezes queremos formar cidadãos que olhem apenas para o presente e o futuro sem reflexão do passado. Às vezes fazemos isso em nossas salas de aula, estabelecemos comparações do antes com o agora e depois, soltas, sem as devidas observações, ou seja, sem o aprofundamento necessário para uma reflexão que de fato, contribua com as mudanças.
Com toda meiguice e doçura de quem lê com o coração, a professora Givana Zen trouxe outras reflexões, através da leitura de histórias. Com as dinâmicas de leitura usadas por ela, fez a gente reconhecer que, a maneira como um/a professor/a lê, faz o/a aluno/a se interessar mais pela leitura oral, ouvir com mais atenção, entrar na história e viajar com as personagens.
Outras perguntas dentro deste mesmo contexto foram feitas por ela: — Como é que as crianças aprendem a ler e a escrever? — Por que é tão importante aprender a ler e a escrever? — Por que, apesar de tanto investimento na educação da rede municipal de Irecê, de 1997 a 2009, os meninos e as meninas não aprendem? — A leitura de imagem ensina a ler? — O que é que as crianças aprendem quando nós lemos para elas um jornal? — Como são as práticas de produção textual nas escolas? — Qual é o sentido de ensinar a ler e a escrever?
Perguntas como essas nos trouxeram grandes preocupações. Tudo isso mostra que precisamos compreender que estar alfabetizado/a é estar preparado/a para participar das diferentes praticas de leitura e de escrita, mostrando para os alunos e alunas que para participar das organizações sociais é necessário saber as formalidades da linguagem escrita.
No mundo de hoje não basta ser alfabetizado apenas na leitura e na escrita convencionais, mas, é imprescindível que sejamos alfabetizados/as digitalmente, para ajudar nossas crianças a enfrentar o mundo globalizado, conhecendo seus direitos e deveres, as vantagens e desvantagens das políticas públicas em cada esfera e em cada contexto.
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.