Pode não ser na sua totalidade, mas pudemos perceber através dos estudos que fizemos sobre Inclusão Digital que existem já na pratica muitos projetos que beneficiam comunidades desenvolvendo-as nos seguintes aspectos: econômicos, politico e cultural. É visível as vantagens adquiridas por vários municípios que desenvolvem tais projetos sociais. O que ainda nos preocupa bastante é a desigualdade social que atinge maioria de nosso povo brasileiro. Muitas pessoas sem emprego com renda família insegura, tem medo de comprar um computador e não poder usa conexão. Portando é fato que o Brasil apesar de ter melhorado sua economia ainda tá distante de ser um país com “cidades digitais” de ponta a ponta.
As escolas que já estão “informatizadas” com o recebimento dos Telecentros/Infocentros, vimos que ainda faltar compreensão por parte de dirigentes escolares e/ou pessoas que tomam conta dos mesmos para poder fazer acontecer a inclusão. Não adianta ver a máquina e não poder explora-la de maneira prática o desenvolvimento tecnológico sustentável e ambientalmente correto e aprimoramento da relação entre o cidadão e a cidadã com o poder público. A carência de conhecimento das politicas publicas é que faz com que acomodem-se sem questionar seus direitos. Pois:
Enquanto isso acontece nos espaços de acesso público, os filhos das
famílias com melhor poder aquisitivo estão explorando ampla e livremente os ambientes
digitais, vivenciando a cultura, a interatividade, a produção colaborativa, a partir de seus
computadores pessoais, em casa. Obviamente, promover uma iniciação da população,
no uso das tecnologias, a chamada alfabetização digital, não deixa de ser uma ação
social válida. (BONILLA, 2009, p. 2)
Porém o objetivo inicial dos Telecentros/Infocentros serem a porta de entrada das comunidades para a rede mundial de computadores e para os serviços e informações prestadas pelos agentes públicos: prefeituras, estados e governo federal não está sendo alcançado. Tornar comum os serviços das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC, significa, portanto, conceber soluções e promover ações que envolvam desde a ampliação e melhoria da infra-estrutura de acesso até a formação do cidadão, para que depois de informado e consciente, possa utilizar todos os serviços disponíveis de um computador e da Internet.
Foi nessa perspectiva que eu e as companheiras do Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC) de Inclusão Digital do Ciclo Três sob orientação da professora Maria Helena Bonilla, elaboramos um "Projeto Rádio no Telecentro" que favorece o acesso a internet com proposito de desenvolvimento cultural e social da comunidade do Povoado de Meia Hora município de Irecê-BA.
Referencias:
http://http://telecentros.wordpress.com/1-o-que-e-um-telecentroinfocentro/
http://[pdf]/
As escolas que já estão “informatizadas” com o recebimento dos Telecentros/Infocentros, vimos que ainda faltar compreensão por parte de dirigentes escolares e/ou pessoas que tomam conta dos mesmos para poder fazer acontecer a inclusão. Não adianta ver a máquina e não poder explora-la de maneira prática o desenvolvimento tecnológico sustentável e ambientalmente correto e aprimoramento da relação entre o cidadão e a cidadã com o poder público. A carência de conhecimento das politicas publicas é que faz com que acomodem-se sem questionar seus direitos. Pois:
Enquanto isso acontece nos espaços de acesso público, os filhos das
famílias com melhor poder aquisitivo estão explorando ampla e livremente os ambientes
digitais, vivenciando a cultura, a interatividade, a produção colaborativa, a partir de seus
computadores pessoais, em casa. Obviamente, promover uma iniciação da população,
no uso das tecnologias, a chamada alfabetização digital, não deixa de ser uma ação
social válida. (BONILLA, 2009, p. 2)
Porém o objetivo inicial dos Telecentros/Infocentros serem a porta de entrada das comunidades para a rede mundial de computadores e para os serviços e informações prestadas pelos agentes públicos: prefeituras, estados e governo federal não está sendo alcançado. Tornar comum os serviços das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC, significa, portanto, conceber soluções e promover ações que envolvam desde a ampliação e melhoria da infra-estrutura de acesso até a formação do cidadão, para que depois de informado e consciente, possa utilizar todos os serviços disponíveis de um computador e da Internet.
Foi nessa perspectiva que eu e as companheiras do Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC) de Inclusão Digital do Ciclo Três sob orientação da professora Maria Helena Bonilla, elaboramos um "Projeto Rádio no Telecentro" que favorece o acesso a internet com proposito de desenvolvimento cultural e social da comunidade do Povoado de Meia Hora município de Irecê-BA.
Referencias:
http://http://telecentros.wordpress.com/1-o-que-e-um-telecentroinfocentro/
http://[pdf]/

