

Foi com o intuito de conhecer mais sobre políticas públicas que me inscrevi na atividade: Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC): Inclusão Digital, com a professora Maria Helena Bonilla, tendo como auxiliares na mesma, a professora Sule Sampaio, mestranda em Educação pela Faculdade de Educação (FACED) da Universidade Federal da Bahia e o professor Ariston Eduão, coordenador responsável do Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira de Irecê . Esta atividade estar nos oferecendo a oportunidade de conhecer projetos de Inclusão Digital e inovações desenvolvidas pelas três esferas públicas em várias cidades brasileiras.
Através das aulas, das discussões no fórum e das leituras dos textos disponíveis no moodle, estamos compreendendo melhor o que é, de fato Inclusão Digital. Pensávamos antes que ter uma sala com vários computadores na escola para favorecer o acesso à máquina, à pesquisa, uma aula para o uso do editor de texto já era inclusão digital. Porém, não basta só isso para estar incluído digitalmente. A Inclusão Digital, para acontecer, precisa de instrumentos básicos que são fundamentais para esse processo que são: computador, acesso à rede gratuita e de qualidade e o domínio dessas ferramentas. Pois não basta o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar que ele, esteja incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas, Pois:
Incluir não deve ser apenas uma simples ação de formação técnica dos aplicativos, como acontece na maioria dos projetos, mas um trabalho de desenvolvimento das habilidades cognitivas, transformando informação em conhecimento, transformando utilização em apropriação. A reflexão crítica da sociedade deverá gerar práticas criativas de recusa de todas as formas de exclusão social. A apropriação dos meios deve ocorrer de forma ativa. Por isso, as categorias econômica e cognitiva são tão ou mais importantes que a categoria técnica nos processos de inclusão digital. ( LEMOS e COSTA, 2005, p. 09).
Portanto, é necessário que nós, educadores, tenhamos consciência de buscar cada vez mais o conhecimento sobre as tecnologias e as políticas de inclusão. Não dá mais para professores em pleno século XX cruzar os braços e ficar com medo das máquinas, pois em breve teremos em nossas salas de aula alunos/as com cadernos e livros digitais nas mãos. E como as crianças têm mais facilidade de lidar com os aparelhos digitais, se não cuidarmos logo elas nos jogarão para fora das salas pelas janelas.
Percebemos então que, para termos uma aprendizagem significativa e atualizada dos alunos, temos o dever de conhecer e ensiná-los a fazerem uso das novas tecnologias de maneira livre para opinar, criar e recriar, fortalecendo o desenvolvimento cultural, social e econômico do país.
LEMOS, André, COSTA Leonardo Figueiredo. Um modelo de inclusão digital
Revista de Economia Política de las Tecnologias de la Información y Comunicación
www.eptic.com.br, Vol. VIII, n. 6, Sep. – Dic. 2005
Através das aulas, das discussões no fórum e das leituras dos textos disponíveis no moodle, estamos compreendendo melhor o que é, de fato Inclusão Digital. Pensávamos antes que ter uma sala com vários computadores na escola para favorecer o acesso à máquina, à pesquisa, uma aula para o uso do editor de texto já era inclusão digital. Porém, não basta só isso para estar incluído digitalmente. A Inclusão Digital, para acontecer, precisa de instrumentos básicos que são fundamentais para esse processo que são: computador, acesso à rede gratuita e de qualidade e o domínio dessas ferramentas. Pois não basta o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar que ele, esteja incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas, Pois:
Incluir não deve ser apenas uma simples ação de formação técnica dos aplicativos, como acontece na maioria dos projetos, mas um trabalho de desenvolvimento das habilidades cognitivas, transformando informação em conhecimento, transformando utilização em apropriação. A reflexão crítica da sociedade deverá gerar práticas criativas de recusa de todas as formas de exclusão social. A apropriação dos meios deve ocorrer de forma ativa. Por isso, as categorias econômica e cognitiva são tão ou mais importantes que a categoria técnica nos processos de inclusão digital. ( LEMOS e COSTA, 2005, p. 09).
Portanto, é necessário que nós, educadores, tenhamos consciência de buscar cada vez mais o conhecimento sobre as tecnologias e as políticas de inclusão. Não dá mais para professores em pleno século XX cruzar os braços e ficar com medo das máquinas, pois em breve teremos em nossas salas de aula alunos/as com cadernos e livros digitais nas mãos. E como as crianças têm mais facilidade de lidar com os aparelhos digitais, se não cuidarmos logo elas nos jogarão para fora das salas pelas janelas.
Percebemos então que, para termos uma aprendizagem significativa e atualizada dos alunos, temos o dever de conhecer e ensiná-los a fazerem uso das novas tecnologias de maneira livre para opinar, criar e recriar, fortalecendo o desenvolvimento cultural, social e econômico do país.
LEMOS, André, COSTA Leonardo Figueiredo. Um modelo de inclusão digital
Revista de Economia Política de las Tecnologias de la Información y Comunicación
www.eptic.com.br, Vol. VIII, n. 6, Sep. – Dic. 2005
Nenhum comentário:
Postar um comentário