terça-feira, 27 de setembro de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Dia das Mães 2010 na Escola Municipal Duque de Caxias
Nesta escola, contamos com a criatividade e o talento dos professores e dos alunos e alunas.
A cada atividade nos surpreendemos com a capacidade de aprendizagem de cada um/a. Este momento, aqui apresentado através de fotos, foi muito significativo emocionalmente para todas as mães que estiveram presente.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Apresentação Diario de Ciclo III
Aprendizagem e prática
Começo este diário de ciclo apresentando-me e apresentando a escola na qual trabalho.
Sou Jalcineide Maria Pereira, professora desde o ano de 1996. Iniciei minha carreira na Escola Municipal Cícero Irineu de Brito, em um povoado que se chama Floresta, localizado no município de João Dourado - Bahia. Vim para Irecê em 1997, trabalhei dois anos na Escola Municipal Padre Cicero (1997 e 1998), um ano na escola Municipal Luiz Mario Dourado (1999), quatro anos na escola Municipal Zenália Dourado Lopes (de 1999 a 2003), um ano na Escola Municipal Sinésia Caldeira Bela (2004) e três anos e três meses na Escola Municipal Marcionílio Rosa (de 2005 a 2008). Atualmente estou na Escola Municipal Duque de Caxias como Vice-diretora.
Comecei a trabalhar na Duque de Caxias em 2007 no turno vespertino com uma turma de grupo 07. Nas outras escolas eu trabalhei com turmas de 3º a 5º ano do Ensino Fundamental de Nove Anos e também com turmas de Aceleração do Projeto Acelera Brasil do Instituto Ayrton Senna. Em abril de 2008 fui convidada pela Secretaria Municipal de Educação para a vice direção.
A Escola Municipal Duque de Caxias atualmente está localizada ao lado sul da Rodoviária. Tem uma parte de sua estrutura física que está condenada por ser de madeira podre e com a instalação elétrica inadequada. Nesta parte funcionam: sala de professores, secretaria, um banheiro, um corredor, um quartinho que serve de almoxarifado, uma salinha de espera e quatro salas de aula com pouco espaço. Às vezes as professoras dão aula do lado de fora, pois não tem espaço nem para ir à carteira do/a aluno/a. Próximo a esta estrutura tem uma caixa d' água em cima de um suporte de madeira também apodrecida.
A outra parte é construída de alvenaria, mas tem um problema sério de acústica por conta do desnível de terra. Além disso, as janelas são muito altas, o som e o ar não circulam. Com relação ao espaço, este é amplo. Neste mesmo pavilhão ficam os banheiros dos/as alunos/as, a cantina, a despensa e um quartinho que acomoda materiais didáticos esportivos. Há uma área coberta na frente das salas, mas muito estreita.
Em época de chuva vivemos dias de cão. Não podemos dar intervalo por causa da lama. As merendeiras sobem e descem com as panelas na cabeça para servir a merenda. Nos dias secos é o poeirão que toma conta. As crianças merendam ao relento, disputando o lanche com a poeira. Lutamos pela construção de um muro. Conseguimos! Está quase pronto. Depois desta conquista vimos que nossa luta não foi em vão. A luta agora é pela construção de salas de aula, pátio coberto, quadra de esporte entre outros.
Agora, depois de tanta luta pela construção do muro e de salas com o mínimo de conforto para facilitar a aprendizagem de nossas crianças, este espaço estava prestes a ser transformado em uma Casa de Passagem. E a escola mais uma vez iria mudar para outro espaço enquanto a prefeitura providenciasse um terreno para construção da mesma. O medo de todos nós que compomos esta “família”, é de que isso se tornasse em mais um “conto da carochinha”. Por enquanto não vamos mudar do espaço. Mas essa luta que já tem mais de 20 anos continua. Quem sabe no próximo diário eu possa apresentar o início da construção desta escola, que tem uma longa história desde o seu início, lá no Tiro de Guerra, ao lado da Praça Clériston Andrade (ou Praça do São João).
Penso que quando estamos contentes com as organizações institucionais, tanto no que diz respeito a parte física quanto à humana, temos mais ânimo para escrever, falar e até mesmo disposição para trabalhar. Segundo Demo (2000), ninguém seria contra ambientes mais humanos de trabalho. Se é neles que muitos passam a maior parte de suas vidas. Portanto, vejo a cada dia a necessidade dos educadores/as não apenas serem conhecedores das políticas públicas educacionais, mas participarem também do processo de construção das mesmas.
Sou Jalcineide Maria Pereira, professora desde o ano de 1996. Iniciei minha carreira na Escola Municipal Cícero Irineu de Brito, em um povoado que se chama Floresta, localizado no município de João Dourado - Bahia. Vim para Irecê em 1997, trabalhei dois anos na Escola Municipal Padre Cicero (1997 e 1998), um ano na escola Municipal Luiz Mario Dourado (1999), quatro anos na escola Municipal Zenália Dourado Lopes (de 1999 a 2003), um ano na Escola Municipal Sinésia Caldeira Bela (2004) e três anos e três meses na Escola Municipal Marcionílio Rosa (de 2005 a 2008). Atualmente estou na Escola Municipal Duque de Caxias como Vice-diretora.
Comecei a trabalhar na Duque de Caxias em 2007 no turno vespertino com uma turma de grupo 07. Nas outras escolas eu trabalhei com turmas de 3º a 5º ano do Ensino Fundamental de Nove Anos e também com turmas de Aceleração do Projeto Acelera Brasil do Instituto Ayrton Senna. Em abril de 2008 fui convidada pela Secretaria Municipal de Educação para a vice direção.
A Escola Municipal Duque de Caxias atualmente está localizada ao lado sul da Rodoviária. Tem uma parte de sua estrutura física que está condenada por ser de madeira podre e com a instalação elétrica inadequada. Nesta parte funcionam: sala de professores, secretaria, um banheiro, um corredor, um quartinho que serve de almoxarifado, uma salinha de espera e quatro salas de aula com pouco espaço. Às vezes as professoras dão aula do lado de fora, pois não tem espaço nem para ir à carteira do/a aluno/a. Próximo a esta estrutura tem uma caixa d' água em cima de um suporte de madeira também apodrecida.
A outra parte é construída de alvenaria, mas tem um problema sério de acústica por conta do desnível de terra. Além disso, as janelas são muito altas, o som e o ar não circulam. Com relação ao espaço, este é amplo. Neste mesmo pavilhão ficam os banheiros dos/as alunos/as, a cantina, a despensa e um quartinho que acomoda materiais didáticos esportivos. Há uma área coberta na frente das salas, mas muito estreita.
Em época de chuva vivemos dias de cão. Não podemos dar intervalo por causa da lama. As merendeiras sobem e descem com as panelas na cabeça para servir a merenda. Nos dias secos é o poeirão que toma conta. As crianças merendam ao relento, disputando o lanche com a poeira. Lutamos pela construção de um muro. Conseguimos! Está quase pronto. Depois desta conquista vimos que nossa luta não foi em vão. A luta agora é pela construção de salas de aula, pátio coberto, quadra de esporte entre outros.
Agora, depois de tanta luta pela construção do muro e de salas com o mínimo de conforto para facilitar a aprendizagem de nossas crianças, este espaço estava prestes a ser transformado em uma Casa de Passagem. E a escola mais uma vez iria mudar para outro espaço enquanto a prefeitura providenciasse um terreno para construção da mesma. O medo de todos nós que compomos esta “família”, é de que isso se tornasse em mais um “conto da carochinha”. Por enquanto não vamos mudar do espaço. Mas essa luta que já tem mais de 20 anos continua. Quem sabe no próximo diário eu possa apresentar o início da construção desta escola, que tem uma longa história desde o seu início, lá no Tiro de Guerra, ao lado da Praça Clériston Andrade (ou Praça do São João).
Penso que quando estamos contentes com as organizações institucionais, tanto no que diz respeito a parte física quanto à humana, temos mais ânimo para escrever, falar e até mesmo disposição para trabalhar. Segundo Demo (2000), ninguém seria contra ambientes mais humanos de trabalho. Se é neles que muitos passam a maior parte de suas vidas. Portanto, vejo a cada dia a necessidade dos educadores/as não apenas serem conhecedores das políticas públicas educacionais, mas participarem também do processo de construção das mesmas.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
GELIT: Odisséia

Ao iniciar a leitura do livro “Odisséia” de Homero, o qual foi escolhido pela professora Rúbia Margareth para a Atividade: Grupo de Estudos Literários desse ciclo, eu pensei em desistir da atividade. Achei o livro muito chato porque tem uma linguagem de difícil compreensão. Mas, com as estratégias de leitura usadas nas aulas pela professora fui me adaptando à leitura, tomando gosto pelas histórias dos deuses e das deusas da Grécia, agora já me sinto viajando pelas ilhas gregas, participando das guerras e dos banquetes.A professora Rúbia Margareth através de técnicas de teatro usando expressão corporal e retórica para facilitar a compreensão da leitura, tem feito com que todos do grupo participem das atividades com entusiasmo e dedicação.
Tal fato é perceptível a cada aula, diante da postura de comportamento, entrosamento e participação até mesmo das cursistas mais tímidas do grupo. São momentos alegres, de pura descontração; encaro-os como uma terapia, um bálsamo de alívio das preocupações cotidianas, quer seja do trabalho, quer seja da família. Com isso, fica confirmado que:
O ser humano não é apenas razão, é também afetividade. Nenhuma formação puramente intelectual dará conta da totalidade do humano; daí a importância da arte como instrumento não só de produção e fruição estética – o que se destaca ao se pensar nos dois pólos de formação do artista e do apreciador de arte -, mas de humanização propriamente dita, ou seja, a educação estética é instrumento da valorização humana integral (ARANHA, 2006, p. 182).
Com essa dinâmica que o GELIT vem sendo trabalhado, tenho feito muitas reflexões positivas, reflexões estas que irão melhorar minha prática em sala de aula, principalmente nas atividades de leitura.
Tenho percebido que as crianças quando participam de momentos de leitura gostam de ficar à vontade para: olhar as gravuras, ler apenas a capa ou um trecho do livro, manusear o material a elas apresentado, ou até mesmo a simples contemplação sem o compromisso de ler até o final.
Através destas observações com a prática da leitura, a qual estamos aprendendo, penso que podemos, enquanto mediadores e estimuladores de futuros leitores, inseridos num mundo predominantemente letrado, realizar a nossa parte e cada vez mais nos apropriarmos do universo leitor, repassando-o a quem, de fato, necessita, ou seja, todos do nosso círculo de convívio.
Orientação: importante atividade do curso
Quando incluíram a atividade Grupo de Orientação para o curso de
Licenciatura em Pedagogia Ensino Fundamental/Séries Iniciais da Universidade Federal da Bahia/FACED-IRECÊ, estavam pensando em uma das mais importantes para o crescimento na leitura e escrita dos/as cursistas.
A professora de orientação, Solange Maciel tem feito um trabalho brilhante com seu grupo no que diz respeito à escrita, através da leitura de textos, análise coletiva de trechos de diários dos próprios cursistas (com permissão dos mesmos), projeção de filmes, estudo em grupo do Novo Acordo Ortográfico, regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), teorizações dos textos e discussão sobre temas pertinentes à educação.
Uma das metodologias usada pela professora Solange da qual gostei muito foi a análise coletiva de textos no data show. Gostei porque eu já usei esta estratégia, não com essa tecnologia, mas com o texto do aluno do jeito que ele fez, escrito no papel metro. Pois, muitas vezes não conseguimos perceber sozinhos nossos próprios erros, e na coletividade conseguimos não apenas ver onde erramos, mas também como podemos melhorar. Para realizar esse trabalho é necessário ter uma conversa antecipada com o dono do texto para não causar constrangimento. Com um mesmo texto podem ser trabalhadas várias deficiências do autor. Este trabalho é interessante, pois:
A maioria dos escritores iniciantes costumam contentar-se com uma única versão de seu texto e, muitas vezes, a própria escola sugere esse procedimento. Isso em nada contribui para o texto ser entendido como processo ou para desenvolver a a habilidade de revisar. O trabalho com rascunhos é imprescindível. É uma excelente estratégia didática para que o aluno perceba a provisoriedade dos textos e analise seu próprio processo. ( PCN de Língua Portuguesa, 2001, p. 73 ).
Deste modo, a revisão textual tem uma importante função no desenvolvimento da escrita. Mas é preciso ser um trabalho sistematizado, ensinando de maneira clara e objetiva para que o aluno/a aprenda a função real, sendo monitor do processo de produção, coordenador, produtor, leitor, e, principalmente, avaliador de sua própria produção.
Licenciatura em Pedagogia Ensino Fundamental/Séries Iniciais da Universidade Federal da Bahia/FACED-IRECÊ, estavam pensando em uma das mais importantes para o crescimento na leitura e escrita dos/as cursistas.
A professora de orientação, Solange Maciel tem feito um trabalho brilhante com seu grupo no que diz respeito à escrita, através da leitura de textos, análise coletiva de trechos de diários dos próprios cursistas (com permissão dos mesmos), projeção de filmes, estudo em grupo do Novo Acordo Ortográfico, regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), teorizações dos textos e discussão sobre temas pertinentes à educação.
Uma das metodologias usada pela professora Solange da qual gostei muito foi a análise coletiva de textos no data show. Gostei porque eu já usei esta estratégia, não com essa tecnologia, mas com o texto do aluno do jeito que ele fez, escrito no papel metro. Pois, muitas vezes não conseguimos perceber sozinhos nossos próprios erros, e na coletividade conseguimos não apenas ver onde erramos, mas também como podemos melhorar. Para realizar esse trabalho é necessário ter uma conversa antecipada com o dono do texto para não causar constrangimento. Com um mesmo texto podem ser trabalhadas várias deficiências do autor. Este trabalho é interessante, pois:
A maioria dos escritores iniciantes costumam contentar-se com uma única versão de seu texto e, muitas vezes, a própria escola sugere esse procedimento. Isso em nada contribui para o texto ser entendido como processo ou para desenvolver a a habilidade de revisar. O trabalho com rascunhos é imprescindível. É uma excelente estratégia didática para que o aluno perceba a provisoriedade dos textos e analise seu próprio processo. ( PCN de Língua Portuguesa, 2001, p. 73 ).
Deste modo, a revisão textual tem uma importante função no desenvolvimento da escrita. Mas é preciso ser um trabalho sistematizado, ensinando de maneira clara e objetiva para que o aluno/a aprenda a função real, sendo monitor do processo de produção, coordenador, produtor, leitor, e, principalmente, avaliador de sua própria produção.
domingo, 29 de novembro de 2009
Inclusão digital é a solução para os problemas sociais do Brasil?
Pode não ser na sua totalidade, mas pudemos perceber através dos estudos que fizemos sobre Inclusão Digital que existem já na pratica muitos projetos que beneficiam comunidades desenvolvendo-as nos seguintes aspectos: econômicos, politico e cultural. É visível as vantagens adquiridas por vários municípios que desenvolvem tais projetos sociais. O que ainda nos preocupa bastante é a desigualdade social que atinge maioria de nosso povo brasileiro. Muitas pessoas sem emprego com renda família insegura, tem medo de comprar um computador e não poder usa conexão. Portando é fato que o Brasil apesar de ter melhorado sua economia ainda tá distante de ser um país com “cidades digitais” de ponta a ponta.
As escolas que já estão “informatizadas” com o recebimento dos Telecentros/Infocentros, vimos que ainda faltar compreensão por parte de dirigentes escolares e/ou pessoas que tomam conta dos mesmos para poder fazer acontecer a inclusão. Não adianta ver a máquina e não poder explora-la de maneira prática o desenvolvimento tecnológico sustentável e ambientalmente correto e aprimoramento da relação entre o cidadão e a cidadã com o poder público. A carência de conhecimento das politicas publicas é que faz com que acomodem-se sem questionar seus direitos. Pois:
Enquanto isso acontece nos espaços de acesso público, os filhos das
famílias com melhor poder aquisitivo estão explorando ampla e livremente os ambientes
digitais, vivenciando a cultura, a interatividade, a produção colaborativa, a partir de seus
computadores pessoais, em casa. Obviamente, promover uma iniciação da população,
no uso das tecnologias, a chamada alfabetização digital, não deixa de ser uma ação
social válida. (BONILLA, 2009, p. 2)
Porém o objetivo inicial dos Telecentros/Infocentros serem a porta de entrada das comunidades para a rede mundial de computadores e para os serviços e informações prestadas pelos agentes públicos: prefeituras, estados e governo federal não está sendo alcançado. Tornar comum os serviços das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC, significa, portanto, conceber soluções e promover ações que envolvam desde a ampliação e melhoria da infra-estrutura de acesso até a formação do cidadão, para que depois de informado e consciente, possa utilizar todos os serviços disponíveis de um computador e da Internet.
Foi nessa perspectiva que eu e as companheiras do Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC) de Inclusão Digital do Ciclo Três sob orientação da professora Maria Helena Bonilla, elaboramos um "Projeto Rádio no Telecentro" que favorece o acesso a internet com proposito de desenvolvimento cultural e social da comunidade do Povoado de Meia Hora município de Irecê-BA.
Referencias:
http://http://telecentros.wordpress.com/1-o-que-e-um-telecentroinfocentro/
http://[pdf]/
As escolas que já estão “informatizadas” com o recebimento dos Telecentros/Infocentros, vimos que ainda faltar compreensão por parte de dirigentes escolares e/ou pessoas que tomam conta dos mesmos para poder fazer acontecer a inclusão. Não adianta ver a máquina e não poder explora-la de maneira prática o desenvolvimento tecnológico sustentável e ambientalmente correto e aprimoramento da relação entre o cidadão e a cidadã com o poder público. A carência de conhecimento das politicas publicas é que faz com que acomodem-se sem questionar seus direitos. Pois:
Enquanto isso acontece nos espaços de acesso público, os filhos das
famílias com melhor poder aquisitivo estão explorando ampla e livremente os ambientes
digitais, vivenciando a cultura, a interatividade, a produção colaborativa, a partir de seus
computadores pessoais, em casa. Obviamente, promover uma iniciação da população,
no uso das tecnologias, a chamada alfabetização digital, não deixa de ser uma ação
social válida. (BONILLA, 2009, p. 2)
Porém o objetivo inicial dos Telecentros/Infocentros serem a porta de entrada das comunidades para a rede mundial de computadores e para os serviços e informações prestadas pelos agentes públicos: prefeituras, estados e governo federal não está sendo alcançado. Tornar comum os serviços das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC, significa, portanto, conceber soluções e promover ações que envolvam desde a ampliação e melhoria da infra-estrutura de acesso até a formação do cidadão, para que depois de informado e consciente, possa utilizar todos os serviços disponíveis de um computador e da Internet.
Foi nessa perspectiva que eu e as companheiras do Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC) de Inclusão Digital do Ciclo Três sob orientação da professora Maria Helena Bonilla, elaboramos um "Projeto Rádio no Telecentro" que favorece o acesso a internet com proposito de desenvolvimento cultural e social da comunidade do Povoado de Meia Hora município de Irecê-BA.
Referencias:
http://http://telecentros.wordpress.com/1-o-que-e-um-telecentroinfocentro/
http://[pdf]/
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