quarta-feira, 8 de julho de 2009

Encontro do GEAC Inclusão Digital


GEAC Inclusão Digital
Professora Maria Helena Bonilla
Cursistas: Ana Margarete, Eliana Tomaz, Jalcineide Maria Macicleide Silva e Marilúcia.


O texto Exclusão/Inclusão elementos para uma discussão, de Maria Helena Silveira Bonilla e Joseilda Sampaio Souza, que estudamos no dia 24/08/09, pudemos perceber o quanto o contexto contemporâneo tem crescido com a presença das tecnologias da informação e da comunicação, melhorando a vida das pessoas nas formas de trabalhar, se comunicar e desenvolver conhecimento e aprendizagens, de maneira dinâmica e prazerosa.
O mesmo texto nos aponta a importância das políticas publicas, das ações e projetos, voltados para a inclusão digital, deixando claro que muitas coisas ainda continuam no discurso e na boa intenção, principalmente no que se refere à formação para o trabalho e para a cidadania. Pois para que de fato a inclusão digital aconteça é necessário que se implante infra-estrutura adequada para atender a todos de maneira eficaz. Enquanto isso não acontece estamos vivenciando exclusão, ou como diz o titulo do texto em estudo “Exclusão/Inclusão”.
Outro tema levantado pelo texto e que nos faz refletir, é a alfabetização digital. Compreendemos então que naquele trecho, estar sugerido que leiamos o Livro Verde para entendermos melhor a cerca do assunto. Marcamos para nosso próximo estudo, o estudo do Livro Verde.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Grupo de Estudo Literário (GELIT)















Atividade: Grupo de Estudo Literário (GELIT),

“Os cem melhores contos brasileiros do século”
Professora:Rúbia Margareth
Cursista: Jalcineide M. Pereira

Trecho de meu Diário de Ciclo Dois

As imagens estáticas e em movimentos e os áudios facilitam nossa compreensão de leitores. Temos visto isso também através da variedade de estratégias de leitura utilizadas pala professora Rúbia Margareth na Atividade: Grupo de Estudo Literário (GELIT), “Os cem melhores contos do século”. As dinâmicas com as músicas de acordo com cada década, utilizadas por ela, são atrativas, deixando o grupo relaxado para fazer os recontos. O livro contém contos de autores, que datam de 1900 aos anos 90.

Da maneira que estamos lendo, o exercício não se torna enfadonho. Quando alguém do grupo não lê um determinado conto, ouve o reconto feito por outra/o colega. E o interessante disso é que desperta a curiosidade, e acabamos lendo para confirmar, sem dificuldade de compreender, pois:

Quando oferecemos aos nossos alunos/as momentos de exposição oral, quer seja de histórias que fazem parte de sua vida, ou de leituras que tenham feito dentro dos vários contextos sociais e culturais dentro ou fora da sala de aula, demonstrando-lhes respeito, ensinando-lhes de forma divertida e agradável, o uso e forma lingüística, temos melhores resultados na aprendizagem dos mesmos/as, pois:

O aluno que lê, que se forma leitor, não se prende às ideias do autor somente àquilo que estar no texto. Ele vai além, incorpora a habilidade adquirida nos bancos escolares às funções e uso da leitura relacionados à sua história e à história de outros contextos culturais e sociais (ANTUNES, 2004, p. 28).

Deste modo, lembro-me do tempo que trabalhei com o Programa Acelera Brasil do Instituto Ayrton Senna, onde fazia com minha turma a roda de casos. Organizados em circulo cada aluno contava um caso verdadeiro ou não. Podia ser um que tivessem ouvido de seus pais ou de seus avos. Isso acontecia duas vezes na semana, chegando a ter participação de pessoas da família dos alunos, para ouvir e contar.Particularmente estou gostando muito de estar inserida neste GELIT, um dos motivos é a oportunidade de relembrar bons momentos que tive em minha infância, quando sentava à noite sob a luz de candeeiro para ouvir meu pai contar “Histórias de Trancoso”. Ele aprendera com sua mãe. E com esta atividade estou vendo a oportunidade de resgatarmos esta cultura já esquecida por muitos, lendo e recontando para as crianças, propondo que façam isso também em casa com a família.

ANTUNES, Walda de Andrade. Lendo e formando leitores. São Paulo: GLOBAL, 2005.



sexta-feira, 3 de julho de 2009

Presença ou ausência de principios nas atividades do Projeto












Horizontes, possiblidades, experiências,caminhos...


Atividade: GEAC Concepções

Professora: Maria Inez Ciclo Dois

Dupla: Derisval e Jalcineide

Tarefa do GEAC

As duas turmas (vespertino e noturno), durante o encontro, traçaram uma listagem das idéias filosóficas/pedagógicas e/ou princípios que o curso tem como pretensão contemplar.
TAREFAS
1. Confrontar cada um destes princípios com atividades curriculares realizadas. Então, para cada uma das dobradinhas princípio/atividade curricular verificar:
- se houve presença ou ausência do princípio na atividade;
- se a presença foi como conteúdo temático;
- se a presença foi subjetiva, ou seja, não apareceu diretamente nas falas, mas perpassou a atividade como filosofia, como princípio e outros;
- se auxiliou que o princípio passasse a fazer parte de sua prática pedagógica;
- outra qualquer coisa pertinente que surja durante a análise;
- a relação deste princípio com a atividade vai ao encontro ou de encontro com o que acontece no curso.
2. Representar em uma imagem os princípios listados de maneira que se visualize como eles estão a-con-tecendo no curso.

LISTAGEM DO NOTURNO

REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE
POSSIBILIDADES
EXPERIÊNCIA
SIMULTANEIDADE ENTRE ESCRITA E ORALIDADE
HORIZONTALIDADE
PARTICIPAÇÃO EFETIVA
FORMAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA
CENTROS INSTÁVEIS
HIPER-TEXTO
REDE

Atividades: Linguagem fílmica e GEAC Concepções

LINGUAGEM FILMICA

Escolhemos falar desta atividade, por acharmos importante para o nosso desenvolvimento cultural, crítico e reflexível, como também para despertar em nossos/as alunos/as o mesmo.

Vimos nesta atividade à reflexão da prática docente aparecer quando em seu desenvolvimento a professora Rosane Vieira pergunta: O filme da nossa aula ou a aula do nosso filme? A parti daí ela nos mostra a importância de compreendermos que em um filme não há uma única interpretação que leve o espectador à compreensão. E que para conhecer um texto tem que conhecer o autor. É mais fácil compreender um filme partindo da própria vivência e da vivência do autor. Com isso as possibilidades de termos experiência fílmica, experiência estética e como fazer uma resenha.

A simultaneidade entre a escrita e a oralidade ocorre nas discussões ficando compreendido que o filme da nossa aula deve ter: texto, conteúdo, forma, e pretexto com ilustrações e acessórios.

A horizontalidade aparece na idéia de ampliação dos conhecimentos através do uso sistemático das tecnologias como fonte de formação e informação dos envolvidos no processo.

Participação Efetiva aconteceu com todo o grupo, e também por parte da professora que domina muito bem o conteúdo.

A formação continuada acontece com as novas oportunidades de continuarmos adquirindo conhecimentos neste contexto através das atividades: Grupo de Estudo Cinematográfico (GECI), Do livro para a tela e palestras... Centros instáveis aparecem em todos os momentos em que horas somos alunos horas somos professores. Aprendendo para ensinar. Hiper-texto nas buscas de ajuda de outros autores para compreender melhor como se dá o processo de linguagem fílmica na educação e também para produzirmos uma resenha crítica e refletiva do filme “Quanto vale ou é por quilo”, assim como em outras reflexões que estão sendo feitas a partir de outros filmes com ajuda dos aparelhos tecnológicos.

E rede? Quando trabalhamos com essa idéia estamos tendo a oportunidade de nos ligarmos com o local e o global. E esta atividade dá esta alternativa interessante, através do uso das tecnologias. Esta atividade por se só não, mas com as outras que vieram dando sentido de continuidade, sim. Quando assistimos a filmes de produção estrangeira, por exemplo.

Antes do retorno de Inêz não estávamos compreendendo bem como tinha acontecido os três últimos princípios, nesta atividade. Com as suas contribuições compreendemos um pouco mais.

GEAC CONCEPÇÕES

Ao analisarmos as atividades que já realizamos para escolher e relatar como estes princípios aparecem ou não nas mesmas, decidimos falar do Grupo de Estudo Acadêmico (GEAC). Por estar nos dando à oportunidade de compreendermos melhor o projeto através das orientações da professora Maria Inêz, o estudo do mesmo e também do relatório da primeira turma, proposto por ela nesta atividade, achamos que essa é uma das atividades do curso que, acontece mais os princípios listados pelo grupo.

No GEAC aparece REFLEXÂO DA PRATICA DOCENTE através dos momentos de estudo nos grupos com as discussões e socializações do que cada um/a vem fazendo em sua sala de aula depois das atividades do curso. Os momentos das discussões com a presença de Inêz, com os esclarecimentos de como foi pensado e elaborado o projeto contribui para tais reflexões.

Neste estudo acontece a cobrança da participação efetiva tanto nos momentos com a professora Inez, como também, quando estamos reunidos sem a presença da professora Inêz. Deixando de assistir, e passando a participar, compreendendo a vivência do processo pedagógico.

As POSSIBILIDAES ocorrem com as realizações das atividades de leitura. Há todo instante estamos tendo possibilidades de crescer dentro das perspectivas do projeto aprimorando nossos conhecimentos, buscando novos conceitos e autonomia de argumentos dentro do curso que estamos fazendo.

HORISONTALIDADE acontece com o uso das tecnologias usadas no processo de demonstração, que facilitam a compreensão iper-textual do grupo.

Quando estamos nos comunicando através da lista, do moodle ou do blog estamos trabalhando em REDE. Isso tem acontecido também nesta atividade.

Formação permanente e continuada acontece de forma contextualizada, com planejamento e estudo antecipado. A cada aula estamos discutindo uma parte do projeto e fazendo reflexões sobre o tornar-se e o formar-se. Cremos que esse GEAC é importantíssimo para a formação de todos/as cursistas da Turma Dois do Programa de Formação Continuada de Professores do Município de Irecê, por estar falando do mesmo.

Simultaneidade entre a escrita e a oralidade talvez ainda não esteja claro para nós de como isso acontece ou deixa de acontecer dentro dessa atividade, como também em relação aos centros instáveis.

ACETAMOS CONTRIBUIÇÕES DOS COLEGAS QUE TAMBÉM FIZERAM ESSA ATIDADE, ATRAVÉS DA CAIXA DE COMENTÁRIOS OU DE OUTRO AMBIENTE.
www.irece.faced.ufba.br



quinta-feira, 2 de julho de 2009

As novas tecnologias na educação



Atividade: Oficina de Imagem

Professora: Maria Helena Bonilla

Auxiliares: Rita de Cássia Dourado e Ariston Eduão

Apoio: Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira Irecê-BA

Cursista: Jalcineide Maria Pereira

As novas tecnologias na educação

Diante da demanda tecnológica que vive a sociedade atual, precisamos inovar a educação para que a escola torne-se mais atrativa para nossas crianças, Jovens e adultos.

A Oficina de Imagem, oferecida pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) Através do Projeto Irecê, com a professora Maria Helena Bonilla e participação ativa dos funcionários do Ponto de Cultura Anísio Teixeira, nos fez despertar para o uso sistematizado e frequente das novas tecnologias em nossas aulas, fazendo com que alunos e professores tenham maior integração com as maquinas.

É notório o interesse dos alunos pelas aulas que envolvem recursos tecnológicos como: TV, DVD, câmaras fotográficas, filmadoras, celular, game... Cabe ao educador/a usar esse interesse de forma educativa, explorando-os junto com as crianças. Porém para que isso aconteça é necessário que o/a educador/a planeje suas atividades de forma reflexiva para que fique entendido o porquê e para quê do uso de cada recurso dentro das instituições sociais.

Os alunos e as alunas precisam saber dos benefícios e também dos malefícios que cada aparelho pode causar as pessoas a depender da intencionalidade de seu usuário. Assim como são usados para o bem muitas vezes são usados para o mal. As maiores vítimas de uso pelos criminosos são os celulares e os computadores, através da internet. Dentro deste contexto entra o papel do educador/a para prevenção do mau uso, e de novas vitimas.

Com a inclusão tecnológica na escola, devemos ter o cuidado de não frustrar a criança que por ventura sinta-se excluída desse desenvolvimento tecnológico em função de sua situação econômica. Sabemos que muitas delas, só conhecem determinados recursos através da escola ou da propaganda televisiva que também é um meio a se explorar de maneira critica e reflexiva sobre suas contribuições boas e às vezes perversas que nos atrai para o consumismo.

Essa atividade nos despertou gosto e prazer de trabalhar com alunos/as, registrando momentos e realizando atividades pedagógicas com mais interatividade, buscando através das imagens compreender as diversas culturas na construção de uma aprendizagem significativa, pois segundo Machado (2000), compreender é aprender o significado; aprender o significado de um objeto ou de um acontecimento é vê-lo em suas relações com os outros objetos ou acontecimentos; os significados constituem, pois, feixes de relações; as relações entretecem-se, articulam-se em teias, em redes, construídas social e individualmente e em permanente estado de atualização; em ambos ao níveis – individual e social – a idéia de conhecer assemelha-se à de enredar.

Mesmo assim ouvimos professores/as falando que as crianças não se interessam mais pelas aulas, não têm motivação, não querem aprender. Más, estes mesmos professores falam que as crianças não querem prestar atenção nas aulas porque estão com os bolsos e as mãos cheias de figurinhas, fazendo trocas com os coleguinhas. Será que as crianças não se interessam? Ou não estamos sabendo atender o interesse delas?

Referencias:

MACHADO, José Nilson. Epistemologia e Didática: as concepções de conhecimento e inteligência e a pratica docente. São Paulo: Cortez, 1995.