domingo, 6 de dezembro de 2009

Apresentação Diario de Ciclo III


Aprendizagem e prática

Começo este diário de ciclo apresentando-me e apresentando a escola na qual trabalho.
Sou Jalcineide Maria Pereira, professora desde o ano de 1996. Iniciei minha carreira na Escola Municipal Cícero Irineu de Brito, em um povoado que se chama Floresta, localizado no município de João Dourado - Bahia. Vim para Irecê em 1997, trabalhei dois anos na Escola Municipal Padre Cicero (1997 e 1998), um ano na escola Municipal Luiz Mario Dourado (1999), quatro anos na escola Municipal Zenália Dourado Lopes (de 1999 a 2003), um ano na Escola Municipal Sinésia Caldeira Bela (2004) e três anos e três meses na Escola Municipal Marcionílio Rosa (de 2005 a 2008). Atualmente estou na Escola Municipal Duque de Caxias como Vice-diretora.
Comecei a trabalhar na Duque de Caxias em 2007 no turno vespertino com uma turma de grupo 07. Nas outras escolas eu trabalhei com turmas de 3º a 5º ano do Ensino Fundamental de Nove Anos e também com turmas de Aceleração do Projeto Acelera Brasil do Instituto Ayrton Senna. Em abril de 2008 fui convidada pela Secretaria Municipal de Educação para a vice direção.
A Escola Municipal Duque de Caxias atualmente está localizada ao lado sul da Rodoviária. Tem uma parte de sua estrutura física que está condenada por ser de madeira podre e com a instalação elétrica inadequada. Nesta parte funcionam: sala de professores, secretaria, um banheiro, um corredor, um quartinho que serve de almoxarifado, uma salinha de espera e quatro salas de aula com pouco espaço. Às vezes as professoras dão aula do lado de fora, pois não tem espaço nem para ir à carteira do/a aluno/a. Próximo a esta estrutura tem uma caixa d' água em cima de um suporte de madeira também apodrecida.
A outra parte é construída de alvenaria, mas tem um problema sério de acústica por conta do desnível de terra. Além disso, as janelas são muito altas, o som e o ar não circulam. Com relação ao espaço, este é amplo. Neste mesmo pavilhão ficam os banheiros dos/as alunos/as, a cantina, a despensa e um quartinho que acomoda materiais didáticos esportivos. Há uma área coberta na frente das salas, mas muito estreita.
Em época de chuva vivemos dias de cão. Não podemos dar intervalo por causa da lama. As merendeiras sobem e descem com as panelas na cabeça para servir a merenda. Nos dias secos é o poeirão que toma conta. As crianças merendam ao relento, disputando o lanche com a poeira. Lutamos pela construção de um muro. Conseguimos! Está quase pronto. Depois desta conquista vimos que nossa luta não foi em vão. A luta agora é pela construção de salas de aula, pátio coberto, quadra de esporte entre outros.
Agora, depois de tanta luta pela construção do muro e de salas com o mínimo de conforto para facilitar a aprendizagem de nossas crianças, este espaço estava prestes a ser transformado em uma Casa de Passagem. E a escola mais uma vez iria mudar para outro espaço enquanto a prefeitura providenciasse um terreno para construção da mesma. O medo de todos nós que compomos esta “família”, é de que isso se tornasse em mais um “conto da carochinha”. Por enquanto não vamos mudar do espaço. Mas essa luta que já tem mais de 20 anos continua. Quem sabe no próximo diário eu possa apresentar o início da construção desta escola, que tem uma longa história desde o seu início, lá no Tiro de Guerra, ao lado da Praça Clériston Andrade (ou Praça do São João).
Penso que quando estamos contentes com as organizações institucionais, tanto no que diz respeito a parte física quanto à humana, temos mais ânimo para escrever, falar e até mesmo disposição para trabalhar. Segundo Demo (2000), ninguém seria contra ambientes mais humanos de trabalho. Se é neles que muitos passam a maior parte de suas vidas. Portanto, vejo a cada dia a necessidade dos educadores/as não apenas serem conhecedores das políticas públicas educacionais, mas participarem também do processo de construção das mesmas.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

GELIT: Odisséia



Ao iniciar a leitura do livro “Odisséia” de Homero, o qual foi escolhido pela professora Rúbia Margareth para a Atividade: Grupo de Estudos Literários desse ciclo, eu pensei em desistir da atividade. Achei o livro muito chato porque tem uma linguagem de difícil compreensão. Mas, com as estratégias de leitura usadas nas aulas pela professora fui me adaptando à leitura, tomando gosto pelas histórias dos deuses e das deusas da Grécia, agora já me sinto viajando pelas ilhas gregas, participando das guerras e dos banquetes.
A professora Rúbia Margareth através de técnicas de teatro usando expressão corporal e retórica para facilitar a compreensão da leitura, tem feito com que todos do grupo participem das atividades com entusiasmo e dedicação.
Tal fato é perceptível a cada aula, diante da postura de comportamento, entrosamento e participação até mesmo das cursistas mais tímidas do grupo. São momentos alegres, de pura descontração; encaro-os como uma terapia, um bálsamo de alívio das preocupações cotidianas, quer seja do trabalho, quer seja da família. Com isso, fica confirmado que:
O ser humano não é apenas razão, é também afetividade. Nenhuma formação puramente intelectual dará conta da totalidade do humano; daí a importância da arte como instrumento não só de produção e fruição estética – o que se destaca ao se pensar nos dois pólos de formação do artista e do apreciador de arte -, mas de humanização propriamente dita, ou seja, a educação estética é instrumento da valorização humana integral (ARANHA, 2006, p. 182).

Com essa dinâmica que o GELIT vem sendo trabalhado, tenho feito muitas reflexões positivas, reflexões estas que irão melhorar minha prática em sala de aula, principalmente nas atividades de leitura.
Tenho percebido que as crianças quando participam de momentos de leitura gostam de ficar à vontade para: olhar as gravuras, ler apenas a capa ou um trecho do livro, manusear o material a elas apresentado, ou até mesmo a simples contemplação sem o compromisso de ler até o final.
Através destas observações com a prática da leitura, a qual estamos aprendendo, penso que podemos, enquanto mediadores e estimuladores de futuros leitores, inseridos num mundo predominantemente letrado, realizar a nossa parte e cada vez mais nos apropriarmos do universo leitor, repassando-o a quem, de fato, necessita, ou seja, todos do nosso círculo de convívio.

Orientação: importante atividade do curso

Quando incluíram a atividade Grupo de Orientação para o curso de
Licenciatura em Pedagogia Ensino Fundamental/Séries Iniciais da Universidade Federal da Bahia/FACED-IRECÊ, estavam pensando em uma das mais importantes para o crescimento na leitura e escrita dos/as cursistas.
A professora de orientação, Solange Maciel tem feito um trabalho brilhante com seu grupo no que diz respeito à escrita, através da leitura de textos, análise coletiva de trechos de diários dos próprios cursistas (com permissão dos mesmos), projeção de filmes, estudo em grupo do Novo Acordo Ortográfico, regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), teorizações dos textos e discussão sobre temas pertinentes à educação.
Uma das metodologias usada pela professora Solange da qual gostei muito foi a análise coletiva de textos no data show. Gostei porque eu já usei esta estratégia, não com essa tecnologia, mas com o texto do aluno do jeito que ele fez, escrito no papel metro. Pois, muitas vezes não conseguimos perceber sozinhos nossos próprios erros, e na coletividade conseguimos não apenas ver onde erramos, mas também como podemos melhorar. Para realizar esse trabalho é necessário ter uma conversa antecipada com o dono do texto para não causar constrangimento. Com um mesmo texto podem ser trabalhadas várias deficiências do autor. Este trabalho é interessante, pois:
A maioria dos escritores iniciantes costumam contentar-se com uma única versão de seu texto e, muitas vezes, a própria escola sugere esse procedimento. Isso em nada contribui para o texto ser entendido como processo ou para desenvolver a a habilidade de revisar. O trabalho com rascunhos é imprescindível. É uma excelente estratégia didática para que o aluno perceba a provisoriedade dos textos e analise seu próprio processo. ( PCN de Língua Portuguesa, 2001, p. 73 ).

Deste modo, a revisão textual tem uma importante função no desenvolvimento da escrita. Mas é preciso ser um trabalho sistematizado, ensinando de maneira clara e objetiva para que o aluno/a aprenda a função real, sendo monitor do processo de produção, coordenador, produtor, leitor, e, principalmente, avaliador de sua própria produção.

domingo, 29 de novembro de 2009

Inclusão digital é a solução para os problemas sociais do Brasil?

Pode não ser na sua totalidade, mas pudemos perceber através dos estudos que fizemos sobre Inclusão Digital que existem já na pratica muitos projetos que beneficiam comunidades desenvolvendo-as nos seguintes aspectos: econômicos, politico e cultural. É visível as vantagens adquiridas por vários municípios que desenvolvem tais projetos sociais. O que ainda nos preocupa bastante é a desigualdade social que atinge maioria de nosso povo brasileiro. Muitas pessoas sem emprego com renda família insegura, tem medo de comprar um computador e não poder usa conexão. Portando é fato que o Brasil apesar de ter melhorado sua economia ainda tá distante de ser um país com “cidades digitais” de ponta a ponta.
As escolas que já estão “informatizadas” com o recebimento dos Telecentros/Infocentros, vimos que ainda faltar compreensão por parte de dirigentes escolares e/ou pessoas que tomam conta dos mesmos para poder fazer acontecer a inclusão. Não adianta ver a máquina e não poder explora-la de maneira prática o desenvolvimento tecnológico sustentável e ambientalmente correto e aprimoramento da relação entre o cidadão e a cidadã com o poder público. A carência de conhecimento das politicas publicas é que faz com que acomodem-se sem questionar seus direitos. Pois:

Enquanto isso acontece nos espaços de acesso público, os filhos das
famílias com melhor poder aquisitivo estão explorando ampla e livremente os ambientes
digitais, vivenciando a cultura, a interatividade, a produção colaborativa, a partir de seus
computadores pessoais, em casa. Obviamente, promover uma iniciação da população,
no uso das tecnologias, a chamada alfabetização digital, não deixa de ser uma ação
social válida. (BONILLA, 2009, p. 2)

Porém o objetivo inicial dos Telecentros/Infocentros serem a porta de entrada das comunidades para a rede mundial de computadores e para os serviços e informações prestadas pelos agentes públicos: prefeituras, estados e governo federal não está sendo alcançado. Tornar comum os serviços das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC, significa, portanto, conceber soluções e promover ações que envolvam desde a ampliação e melhoria da infra-estrutura de acesso até a formação do cidadão, para que depois de informado e consciente, possa utilizar todos os serviços disponíveis de um computador e da Internet.
Foi nessa perspectiva que eu e as companheiras do Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC) de Inclusão Digital do Ciclo Três sob orientação da professora Maria Helena Bonilla, elaboramos um "Projeto Rádio no Telecentro" que favorece o acesso a internet com proposito de desenvolvimento cultural e social da comunidade do Povoado de Meia Hora município de Irecê-BA.
Referencias:

http://http://telecentros.wordpress.com/1-o-que-e-um-telecentroinfocentro/

http://[pdf]/

domingo, 22 de novembro de 2009

GEAC: Inclusão Digital







Foi com o intuito de conhecer mais sobre políticas públicas que me inscrevi na atividade: Grupo de Estudos Acadêmicos (GEAC): Inclusão Digital, com a professora Maria Helena Bonilla, tendo como auxiliares na mesma, a professora Sule Sampaio, mestranda em Educação pela Faculdade de Educação (FACED) da Universidade Federal da Bahia e o professor Ariston Eduão, coordenador responsável do Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira de Irecê . Esta atividade estar nos oferecendo a oportunidade de conhecer projetos de Inclusão Digital e inovações desenvolvidas pelas três esferas públicas em várias cidades brasileiras.
Através das aulas, das discussões no fórum e das leituras dos textos disponíveis no moodle, estamos compreendendo melhor o que é, de fato Inclusão Digital. Pensávamos antes que ter uma sala com vários computadores na escola para favorecer o acesso à máquina, à pesquisa, uma aula para o uso do editor de texto já era inclusão digital. Porém, não basta só isso para estar incluído digitalmente. A Inclusão Digital, para acontecer, precisa de instrumentos básicos que são fundamentais para esse processo que são: computador, acesso à rede gratuita e de qualidade e o domínio dessas ferramentas. Pois não basta o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar que ele, esteja incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas, Pois:

Incluir não deve ser apenas uma simples ação de formação técnica dos aplicativos, como acontece na maioria dos projetos, mas um trabalho de desenvolvimento das habilidades cognitivas, transformando informação em conhecimento, transformando utilização em apropriação. A reflexão crítica da sociedade deverá gerar práticas criativas de recusa de todas as formas de exclusão social. A apropriação dos meios deve ocorrer de forma ativa. Por isso, as categorias econômica e cognitiva são tão ou mais importantes que a categoria técnica nos processos de inclusão digital. ( LEMOS e COSTA, 2005, p. 09).

Portanto, é necessário que nós, educadores, tenhamos consciência de buscar cada vez mais o conhecimento sobre as tecnologias e as políticas de inclusão. Não dá mais para professores em pleno século XX cruzar os braços e ficar com medo das máquinas, pois em breve teremos em nossas salas de aula alunos/as com cadernos e livros digitais nas mãos. E como as crianças têm mais facilidade de lidar com os aparelhos digitais, se não cuidarmos logo elas nos jogarão para fora das salas pelas janelas.
Percebemos então que, para termos uma aprendizagem significativa e atualizada dos alunos, temos o dever de conhecer e ensiná-los a fazerem uso das novas tecnologias de maneira livre para opinar, criar e recriar, fortalecendo o desenvolvimento cultural, social e econômico do país.

LEMOS, André, COSTA Leonardo Figueiredo. Um modelo de inclusão digital
Revista de Economia Política de las Tecnologias de la Información y Comunicación
www.eptic.com.br, Vol. VIII, n. 6, Sep. – Dic. 2005

sábado, 26 de setembro de 2009

DIARIO DE CICLO DOIS



DIARIO DE CICLO DOIS: Adquirindo conhecimentos para melhorar as reflexões



Agora vou iniciar minha escrita sobre as atividades desse Ciclo Dois, começando com o questionamento: por que ler e escrever é tão importante? Assim iniciou-se a aula da professora Giovana Zen da Atividade Alfabetização. Naquele momento fiquei pensando: “que pergunta? Ah! É porque sem ler e escrever é impossível estabelecer um elo de comunicação no universo”. Ela fez a pergunta e pediu que escrevêssemos o que achávamos, e eu escrevi isso mesmo.
Cada cursista daquele grupo apresentou o que pensava. Ótima estratégia! Ela não apresentou uma resposta pronta. No decorrer das discussões foram surgindo às ideias, as quais foram entrelaçando-se, e dando forma à resposta.
Veja que resposta! Talvez você que está lendo este diário já tenha pensado dessa forma. Mas eu, até aquele momento não tinha me atentado a esse jeito de pensar e fazer. E até posso já ter feito dessa forma, mas sem refletir. Então, depois das discussões, concluímos que é: “porque precisamos nos comunicar com o passado, o presente e o futuro. É importante para conhecermos as diversas histórias do passado, registrar o presente, pensando na melhoria do futuro”. Com esta conclusão fica reforçado o pensamento que:
O necessário é fazer da escola um âmbito onde leitura e escrita sejam praticas vivas e vitais, onde ler e escrever sejam instrumentos poderosos que permitem repensar o mundo e reorganizar o próprio pensamento, onde interpretar e produzir textos sejam direitos que é legítimo exercer e responsabilidade que é necessário assumir (LERNER, 200, p. 18).
Por tudo isso, fez-me repensar o que dizia antes para meus alunos a respeito da leitura e da escrita. Estamos vendo que o mundo estar evoluindo com rapidez, e para acompanharmos essa evolução é necessário que saibamos ler e escrever. Na maioria das Vezes queremos formar cidadãos que olhem apenas para o presente e o futuro sem reflexão do passado. Às vezes fazemos isso em nossas salas de aula, estabelecemos comparações do antes com o agora e depois, soltas, sem as devidas observações, ou seja, sem o aprofundamento necessário para uma reflexão que de fato, contribua com as mudanças.
Com toda meiguice e doçura de quem lê com o coração, a professora Givana Zen trouxe outras reflexões, através da leitura de histórias. Com as dinâmicas de leitura usadas por ela, fez a gente reconhecer que, a maneira como um/a professor/a lê, faz o/a aluno/a se interessar mais pela leitura oral, ouvir com mais atenção, entrar na história e viajar com as personagens.
Outras perguntas dentro deste mesmo contexto foram feitas por ela: — Como é que as crianças aprendem a ler e a escrever? — Por que é tão importante aprender a ler e a escrever? — Por que, apesar de tanto investimento na educação da rede municipal de Irecê, de 1997 a 2009, os meninos e as meninas não aprendem? — A leitura de imagem ensina a ler? — O que é que as crianças aprendem quando nós lemos para elas um jornal? — Como são as práticas de produção textual nas escolas? — Qual é o sentido de ensinar a ler e a escrever?
Perguntas como essas nos trouxeram grandes preocupações. Tudo isso mostra que precisamos compreender que estar alfabetizado/a é estar preparado/a para participar das diferentes praticas de leitura e de escrita, mostrando para os alunos e alunas que para participar das organizações sociais é necessário saber as formalidades da linguagem escrita.
No mundo de hoje não basta ser alfabetizado apenas na leitura e na escrita convencionais, mas, é imprescindível que sejamos alfabetizados/as digitalmente, para ajudar nossas crianças a enfrentar o mundo globalizado, conhecendo seus direitos e deveres, as vantagens e desvantagens das políticas públicas em cada esfera e em cada contexto.

LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.

domingo, 16 de agosto de 2009

Aprendendo sobre políticas públicas

Atividade do Ciclo Três Turma Dois UFBA Projeto Irecê
Educação e Políticas Públicas - GEAC: Inclusão Digital
Professora: Maria Helena Silveira Bonilla
Cursista: Jalcineide Mª Pereira

Motivada pela vontade de descobrir e aprender sobre as políticas publicas desenvolvidas no Brasil nos vários contextos sociais, mais precisamente na área da tecnologia, inscrevi-me nesta atividade. Com as primeiras aulas percebi que tenho muito a estudar para chegar a uma compreensão mais ampla do que já estar acontecendo e o que ainda falta acontecer para poder chamarmos o Brasil, um pais realmente inclusivo digitalmente.
Este primeiro momento com a professora Maria Helena Bonilla foi pertinente, não apenas pelo esclarecimento de como vamos proceder com relação as atividades do GEAC, como também pelas discussões sobre inclusão digital.
O que ficou bem claro é que nós educadores e educadoras devemos regaçar as mangas e nos incluirmos nesse universo tecnológico onde já se fala em cidades digitais, projetos de Um Computador por Aluno (UCA) para chegarmos junto com noss@s alun@s.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Encontro do GEAC Inclusão Digital


GEAC Inclusão Digital
Professora Maria Helena Bonilla
Cursistas: Ana Margarete, Eliana Tomaz, Jalcineide Maria Macicleide Silva e Marilúcia.


O texto Exclusão/Inclusão elementos para uma discussão, de Maria Helena Silveira Bonilla e Joseilda Sampaio Souza, que estudamos no dia 24/08/09, pudemos perceber o quanto o contexto contemporâneo tem crescido com a presença das tecnologias da informação e da comunicação, melhorando a vida das pessoas nas formas de trabalhar, se comunicar e desenvolver conhecimento e aprendizagens, de maneira dinâmica e prazerosa.
O mesmo texto nos aponta a importância das políticas publicas, das ações e projetos, voltados para a inclusão digital, deixando claro que muitas coisas ainda continuam no discurso e na boa intenção, principalmente no que se refere à formação para o trabalho e para a cidadania. Pois para que de fato a inclusão digital aconteça é necessário que se implante infra-estrutura adequada para atender a todos de maneira eficaz. Enquanto isso não acontece estamos vivenciando exclusão, ou como diz o titulo do texto em estudo “Exclusão/Inclusão”.
Outro tema levantado pelo texto e que nos faz refletir, é a alfabetização digital. Compreendemos então que naquele trecho, estar sugerido que leiamos o Livro Verde para entendermos melhor a cerca do assunto. Marcamos para nosso próximo estudo, o estudo do Livro Verde.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Grupo de Estudo Literário (GELIT)















Atividade: Grupo de Estudo Literário (GELIT),

“Os cem melhores contos brasileiros do século”
Professora:Rúbia Margareth
Cursista: Jalcineide M. Pereira

Trecho de meu Diário de Ciclo Dois

As imagens estáticas e em movimentos e os áudios facilitam nossa compreensão de leitores. Temos visto isso também através da variedade de estratégias de leitura utilizadas pala professora Rúbia Margareth na Atividade: Grupo de Estudo Literário (GELIT), “Os cem melhores contos do século”. As dinâmicas com as músicas de acordo com cada década, utilizadas por ela, são atrativas, deixando o grupo relaxado para fazer os recontos. O livro contém contos de autores, que datam de 1900 aos anos 90.

Da maneira que estamos lendo, o exercício não se torna enfadonho. Quando alguém do grupo não lê um determinado conto, ouve o reconto feito por outra/o colega. E o interessante disso é que desperta a curiosidade, e acabamos lendo para confirmar, sem dificuldade de compreender, pois:

Quando oferecemos aos nossos alunos/as momentos de exposição oral, quer seja de histórias que fazem parte de sua vida, ou de leituras que tenham feito dentro dos vários contextos sociais e culturais dentro ou fora da sala de aula, demonstrando-lhes respeito, ensinando-lhes de forma divertida e agradável, o uso e forma lingüística, temos melhores resultados na aprendizagem dos mesmos/as, pois:

O aluno que lê, que se forma leitor, não se prende às ideias do autor somente àquilo que estar no texto. Ele vai além, incorpora a habilidade adquirida nos bancos escolares às funções e uso da leitura relacionados à sua história e à história de outros contextos culturais e sociais (ANTUNES, 2004, p. 28).

Deste modo, lembro-me do tempo que trabalhei com o Programa Acelera Brasil do Instituto Ayrton Senna, onde fazia com minha turma a roda de casos. Organizados em circulo cada aluno contava um caso verdadeiro ou não. Podia ser um que tivessem ouvido de seus pais ou de seus avos. Isso acontecia duas vezes na semana, chegando a ter participação de pessoas da família dos alunos, para ouvir e contar.Particularmente estou gostando muito de estar inserida neste GELIT, um dos motivos é a oportunidade de relembrar bons momentos que tive em minha infância, quando sentava à noite sob a luz de candeeiro para ouvir meu pai contar “Histórias de Trancoso”. Ele aprendera com sua mãe. E com esta atividade estou vendo a oportunidade de resgatarmos esta cultura já esquecida por muitos, lendo e recontando para as crianças, propondo que façam isso também em casa com a família.

ANTUNES, Walda de Andrade. Lendo e formando leitores. São Paulo: GLOBAL, 2005.



sexta-feira, 3 de julho de 2009

Presença ou ausência de principios nas atividades do Projeto












Horizontes, possiblidades, experiências,caminhos...


Atividade: GEAC Concepções

Professora: Maria Inez Ciclo Dois

Dupla: Derisval e Jalcineide

Tarefa do GEAC

As duas turmas (vespertino e noturno), durante o encontro, traçaram uma listagem das idéias filosóficas/pedagógicas e/ou princípios que o curso tem como pretensão contemplar.
TAREFAS
1. Confrontar cada um destes princípios com atividades curriculares realizadas. Então, para cada uma das dobradinhas princípio/atividade curricular verificar:
- se houve presença ou ausência do princípio na atividade;
- se a presença foi como conteúdo temático;
- se a presença foi subjetiva, ou seja, não apareceu diretamente nas falas, mas perpassou a atividade como filosofia, como princípio e outros;
- se auxiliou que o princípio passasse a fazer parte de sua prática pedagógica;
- outra qualquer coisa pertinente que surja durante a análise;
- a relação deste princípio com a atividade vai ao encontro ou de encontro com o que acontece no curso.
2. Representar em uma imagem os princípios listados de maneira que se visualize como eles estão a-con-tecendo no curso.

LISTAGEM DO NOTURNO

REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE
POSSIBILIDADES
EXPERIÊNCIA
SIMULTANEIDADE ENTRE ESCRITA E ORALIDADE
HORIZONTALIDADE
PARTICIPAÇÃO EFETIVA
FORMAÇÃO PERMANENTE E CONTINUADA
CENTROS INSTÁVEIS
HIPER-TEXTO
REDE

Atividades: Linguagem fílmica e GEAC Concepções

LINGUAGEM FILMICA

Escolhemos falar desta atividade, por acharmos importante para o nosso desenvolvimento cultural, crítico e reflexível, como também para despertar em nossos/as alunos/as o mesmo.

Vimos nesta atividade à reflexão da prática docente aparecer quando em seu desenvolvimento a professora Rosane Vieira pergunta: O filme da nossa aula ou a aula do nosso filme? A parti daí ela nos mostra a importância de compreendermos que em um filme não há uma única interpretação que leve o espectador à compreensão. E que para conhecer um texto tem que conhecer o autor. É mais fácil compreender um filme partindo da própria vivência e da vivência do autor. Com isso as possibilidades de termos experiência fílmica, experiência estética e como fazer uma resenha.

A simultaneidade entre a escrita e a oralidade ocorre nas discussões ficando compreendido que o filme da nossa aula deve ter: texto, conteúdo, forma, e pretexto com ilustrações e acessórios.

A horizontalidade aparece na idéia de ampliação dos conhecimentos através do uso sistemático das tecnologias como fonte de formação e informação dos envolvidos no processo.

Participação Efetiva aconteceu com todo o grupo, e também por parte da professora que domina muito bem o conteúdo.

A formação continuada acontece com as novas oportunidades de continuarmos adquirindo conhecimentos neste contexto através das atividades: Grupo de Estudo Cinematográfico (GECI), Do livro para a tela e palestras... Centros instáveis aparecem em todos os momentos em que horas somos alunos horas somos professores. Aprendendo para ensinar. Hiper-texto nas buscas de ajuda de outros autores para compreender melhor como se dá o processo de linguagem fílmica na educação e também para produzirmos uma resenha crítica e refletiva do filme “Quanto vale ou é por quilo”, assim como em outras reflexões que estão sendo feitas a partir de outros filmes com ajuda dos aparelhos tecnológicos.

E rede? Quando trabalhamos com essa idéia estamos tendo a oportunidade de nos ligarmos com o local e o global. E esta atividade dá esta alternativa interessante, através do uso das tecnologias. Esta atividade por se só não, mas com as outras que vieram dando sentido de continuidade, sim. Quando assistimos a filmes de produção estrangeira, por exemplo.

Antes do retorno de Inêz não estávamos compreendendo bem como tinha acontecido os três últimos princípios, nesta atividade. Com as suas contribuições compreendemos um pouco mais.

GEAC CONCEPÇÕES

Ao analisarmos as atividades que já realizamos para escolher e relatar como estes princípios aparecem ou não nas mesmas, decidimos falar do Grupo de Estudo Acadêmico (GEAC). Por estar nos dando à oportunidade de compreendermos melhor o projeto através das orientações da professora Maria Inêz, o estudo do mesmo e também do relatório da primeira turma, proposto por ela nesta atividade, achamos que essa é uma das atividades do curso que, acontece mais os princípios listados pelo grupo.

No GEAC aparece REFLEXÂO DA PRATICA DOCENTE através dos momentos de estudo nos grupos com as discussões e socializações do que cada um/a vem fazendo em sua sala de aula depois das atividades do curso. Os momentos das discussões com a presença de Inêz, com os esclarecimentos de como foi pensado e elaborado o projeto contribui para tais reflexões.

Neste estudo acontece a cobrança da participação efetiva tanto nos momentos com a professora Inez, como também, quando estamos reunidos sem a presença da professora Inêz. Deixando de assistir, e passando a participar, compreendendo a vivência do processo pedagógico.

As POSSIBILIDAES ocorrem com as realizações das atividades de leitura. Há todo instante estamos tendo possibilidades de crescer dentro das perspectivas do projeto aprimorando nossos conhecimentos, buscando novos conceitos e autonomia de argumentos dentro do curso que estamos fazendo.

HORISONTALIDADE acontece com o uso das tecnologias usadas no processo de demonstração, que facilitam a compreensão iper-textual do grupo.

Quando estamos nos comunicando através da lista, do moodle ou do blog estamos trabalhando em REDE. Isso tem acontecido também nesta atividade.

Formação permanente e continuada acontece de forma contextualizada, com planejamento e estudo antecipado. A cada aula estamos discutindo uma parte do projeto e fazendo reflexões sobre o tornar-se e o formar-se. Cremos que esse GEAC é importantíssimo para a formação de todos/as cursistas da Turma Dois do Programa de Formação Continuada de Professores do Município de Irecê, por estar falando do mesmo.

Simultaneidade entre a escrita e a oralidade talvez ainda não esteja claro para nós de como isso acontece ou deixa de acontecer dentro dessa atividade, como também em relação aos centros instáveis.

ACETAMOS CONTRIBUIÇÕES DOS COLEGAS QUE TAMBÉM FIZERAM ESSA ATIDADE, ATRAVÉS DA CAIXA DE COMENTÁRIOS OU DE OUTRO AMBIENTE.
www.irece.faced.ufba.br



quinta-feira, 2 de julho de 2009

As novas tecnologias na educação



Atividade: Oficina de Imagem

Professora: Maria Helena Bonilla

Auxiliares: Rita de Cássia Dourado e Ariston Eduão

Apoio: Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira Irecê-BA

Cursista: Jalcineide Maria Pereira

As novas tecnologias na educação

Diante da demanda tecnológica que vive a sociedade atual, precisamos inovar a educação para que a escola torne-se mais atrativa para nossas crianças, Jovens e adultos.

A Oficina de Imagem, oferecida pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) Através do Projeto Irecê, com a professora Maria Helena Bonilla e participação ativa dos funcionários do Ponto de Cultura Anísio Teixeira, nos fez despertar para o uso sistematizado e frequente das novas tecnologias em nossas aulas, fazendo com que alunos e professores tenham maior integração com as maquinas.

É notório o interesse dos alunos pelas aulas que envolvem recursos tecnológicos como: TV, DVD, câmaras fotográficas, filmadoras, celular, game... Cabe ao educador/a usar esse interesse de forma educativa, explorando-os junto com as crianças. Porém para que isso aconteça é necessário que o/a educador/a planeje suas atividades de forma reflexiva para que fique entendido o porquê e para quê do uso de cada recurso dentro das instituições sociais.

Os alunos e as alunas precisam saber dos benefícios e também dos malefícios que cada aparelho pode causar as pessoas a depender da intencionalidade de seu usuário. Assim como são usados para o bem muitas vezes são usados para o mal. As maiores vítimas de uso pelos criminosos são os celulares e os computadores, através da internet. Dentro deste contexto entra o papel do educador/a para prevenção do mau uso, e de novas vitimas.

Com a inclusão tecnológica na escola, devemos ter o cuidado de não frustrar a criança que por ventura sinta-se excluída desse desenvolvimento tecnológico em função de sua situação econômica. Sabemos que muitas delas, só conhecem determinados recursos através da escola ou da propaganda televisiva que também é um meio a se explorar de maneira critica e reflexiva sobre suas contribuições boas e às vezes perversas que nos atrai para o consumismo.

Essa atividade nos despertou gosto e prazer de trabalhar com alunos/as, registrando momentos e realizando atividades pedagógicas com mais interatividade, buscando através das imagens compreender as diversas culturas na construção de uma aprendizagem significativa, pois segundo Machado (2000), compreender é aprender o significado; aprender o significado de um objeto ou de um acontecimento é vê-lo em suas relações com os outros objetos ou acontecimentos; os significados constituem, pois, feixes de relações; as relações entretecem-se, articulam-se em teias, em redes, construídas social e individualmente e em permanente estado de atualização; em ambos ao níveis – individual e social – a idéia de conhecer assemelha-se à de enredar.

Mesmo assim ouvimos professores/as falando que as crianças não se interessam mais pelas aulas, não têm motivação, não querem aprender. Más, estes mesmos professores falam que as crianças não querem prestar atenção nas aulas porque estão com os bolsos e as mãos cheias de figurinhas, fazendo trocas com os coleguinhas. Será que as crianças não se interessam? Ou não estamos sabendo atender o interesse delas?

Referencias:

MACHADO, José Nilson. Epistemologia e Didática: as concepções de conhecimento e inteligência e a pratica docente. São Paulo: Cortez, 1995.

terça-feira, 30 de junho de 2009


Roteiro para filmagem

ATIVIDADE: Oficina de imagem

CICLO DOIS – 2009.1

PROFESSORA: Maria Helena Bonilla

CURSISTAS: Clébia Lúcia de Figueiredo, Geralda Francisca

Fernandes da Silva e Jalcineide Maria Pereira

Roteiro para filmagem

Tema: Rotina de professor (a) (Sobrecarga de trabalho).

Titulo: Vida dura!!!

Narrador/a: Clébia Lucia de Figueiredo

Texto 1: Narrador

São 6 horas da manhã e a professora Célia já se prepara para mais uma rotina da sua jornada de trabalho;

Imagem:

Cena 1:

A professora preparando o café da manhã e arrumando as suas duas crianças para levá-las à escola – imagem da professora desde o preparo do café e arrumação da mesa, ao momento em que ela senta junto com suas filhas à mesa para tomarem o café.

Texto 2: Narrador

Ao sair para o trabalho ela aproveita para deixar seu filho mais velho na escola, fazendo o mesmo percurso de todos os dias.

Imagem:

Cena 2

Professora Célia saiu de casa para ir trabalhar e levar as crianças para escola – ela vai de bicicleta direção em à Escola Luis Mario, na qual seu filho mais velho estuda.

Texto 3: Narrador

Fundo Musical Gilberto Gil: Madalena (entra em beco sai em beco)

Imagem:

Cena 3

Professora deixando a criança na escola Luís Mário e seguindo em sua bicicleta com a outra criança para a creche, na qual a mesma trabalha.

Texto 4: Narrador

Mais um dia de rotina! A pró Célia chega à escola com sua filha menor. Deixa-a na sala. São 7:30h e ela caminha para atender seus alunos;

Imagem:

Cena 4:

A professora Célia chega à escola às 7:30h com sua filha na bicicleta – pegar a imagem dela chegando à escola ainda na rua, se aproximando da escola, descendo da bicicleta com sua filha; entrando-a à professora cumprimentando os colegas.

Texto 5: Narrador

Como acontece todos os dias, logo após chegar à escola Célia vai para sua sala e os alunos começam a chegar. Ela os recebe com um largo sorriso e cumprimenta a cada um;

Imagem:

Cena 5

A professora em sua sala recebendo seus alunos – a câmera pega a imagem da professora, desde o momento que ela entra na sala, até o acolhimento de seus alunos. E continua em rotação acelerada com imagem da aula.

Texto 6: Narrador

A professora está concluindo mais um período de aula. Chega a hora de voltar para casa. São exatamente 11:40h da manhã;

Imagem:

Cena 6

Termina a aula. A professora sai da sala e da escola – imagem dela arrumando o material, saindo da sala de aula com seus alunos, guardando o material e em seguida saindo da escola com sua filha menor e indo em direção a Escola Luis Mario, de bicicleta, pegar o seu filho mais velho. Após, seguindo para sua casa.

Texto 7: Narrador

Ela tem apenas uma hora para preparar o almoço, servi-lo, tomar banho, despedir-se das crianças e voltar para a escola.

Imagem:

Cena 7

Chegando em casa meio dia – imagem da professora se aproximando de casa,chegando, descendo e entrando. E em alta rotação, imagens da professora preparando o almoço, almoçando com a família e se preparando para sair novamente.

Texto 8: Narrador

Já é hora de voltar ao trabalho. Célia, mais uma vez, pega sua bicicleta para mais uma etapa de sua jornada.

Imagem:

Cena 8

Saindo para a APAE – Ela saindo de casa com outro material na sua bicicleta e indo em direção a APAE.

Texto 9: narrador

Seu segundo trabalho, a professora Célia acaba de chegar e vai direto para sua sala prepará-la para receber seus alunos;

Imagem:

Cena 9

A professora chegando a APAE, (seu segundo local de trabalho, turno vespertino) – imagem da fachada da APAE a entrada da professora na escola até a sua entrada em sala de aula;

Texto 10: Narrador

Fundo Musical Gilberto Gil: Madalena (entra em beco sai em beco)

Imagem:

Cena 10

Pequeno momento da professora preparando a sala para realizar suas atividades

Texto 11: Narrador

Após mais um turno de trabalho a professora Célia volta para casa ao encontro da família e de novos afazeres domésticos;

Imagem:

Cena 11

Professora saindo da escola em direção à sua casa, de bicicleta;

Texto 12: Narrador

Fundo Musical - (tic – tac do relógio)

Imagem:

Cena 12

Professora chegando em casa, entrando e fechando a porta – deixa a impressão que o vídeo acabou, porém ainda tem mais; deixar a cena preta por mais ou menos três segundos.

Texto 13: Narrador

A sua rotina, como professora, parou por algumas horas. Neste exato momento ela está atuando como aluna no curso de pedagogia.

A correria do dia-a-dia não desestimula a pró a alcançar seus objetivos e seu ideal. Célia permanece na aula até às 10:30 da noite, quando chega finalmente o momento de voltar para casa, para o tão esperado descanso.

Imagem:

Cena 13

A professora na sua faculdade com os colegas na sala – imagem dela com as colegas realizando trabalho e participando das discussões.

Explicação:

À medida que a cena vai sendo apresentada o narrador vai narrando os fatos. (o narrador não aparece nas imagens) ou as imagens que não tem narração serão acompanhadas com um fundo musical.

As músicas serão selecionadas com a ajuda dos meninos do Ponto de Cultura, pois devemos saber quais estão autorizadas e disponíveis para usarmos ou então selecionadas a partir das que estão disponíveis em www.jamendo.com.br.

Para uma melhor qualidade, de uma imagem para outra terá um efeito de vídeo.

Ficha técnica.

Direção:

Clébia Lucia de Figueiredo

Geralda Francisca Fernandes da Silva

Jalcineide Maria Pereira

Roteiro:

Clébia Lucia de Figueiredo

Geralda Francisca Fernandes da Silva

Jalcineide Maria Pereira

Personagem:

Maria Célia Jorge A. Bastos

Filmagem:

Clébia Lucia de Figueiredo

Geralda Francisca Fernandes da Silva

Jalcineide Maria Pereira

Paulo Henrique Borges

Produção:

Clébia Lucia de Figueiredo

Geralda Francisca Fernandes da Silva

Jalcineide Maria Pereira

Edição:

Clébia Lucia de Figueiredo

Geralda Francisca Fernandes da Silva

Jalcineide Maria Pereira

Paulo Henrique Borges

Música:

Gilberto Gil: Madalena (entra em beco sai em beco)

Narração:

Clébia Lucia de Figueiredo

Professores orientadores:

Ariston Eduão Pereira

Maria Helena Bonilla

Rita de Cássia Dourado Antunes

Colaboradores:

Família Bastos

Escola Luís Mário Dourado

APAE

UNOPAR

Apoio:

Ponto de Cultura Ciberparque Anísio Teixeira Irecê-BA

Prefeitura Municipal de Irecê

Filme produzido por alunos do curso de Licenciatura em Pedagogia – Séries Iniciais/Ensino Fundamental

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

FACULDADE DE EDUCAÇÃO/PROJETO IRECÊ

Produzido e editado em Software Livre

Licenciado em Creative Commons

(imagem da licença em Creative Commons fornecida após o licenciamento do vídeo)

Jun/2009